Escrivaninha: XVII Bienal do Livro - Rio (06/09)


Para qualquer leitor, um dos momentos mais esperados do ano é, certamente, a Bienal do Livro - feira de livros mais conhecida do Brasil. Obviamente que comigo, devoradora que sou, não é diferente. A última Bienal que compareci foi em 2013 e cheguei a comentar aqui no blog. Este ano a Bienal voltou para o Rio de Janeiro e eu fiquei mais do que animada! Como muitos leitores, fiz uma lista com os livros que mais queria e suas respectivas editoras para fazer uma verdadeira caça aos livros. E não é que a caça deu certo? 

O primeiro estande em que entrei foi o da Intrínseca. Em 2013, o estande dessa editora tinha fila para entrar, então, corri logo para lá para não enfrentar filas - e você logo descobrirá que encarar fila não é uma opção quando se trata de Bienal. Levei três títulos da editora: Para todos os garotos que já amei (Jenny Han), Caixa de Pássaros (Josh Malerman) e Uma breve história do tempo (Stephen Hawking). 

No estande da editora LeYa, havia um trono da série Game of Thrones e não demorou muito para se formar uma fila para tirar foto lá - e eu tirei, já que em 2013 não consegui. Não conheço muito as publicações da editora, mas levei o livro O espadachim de carvão (Affonso Solano), que eu queria fazia um tempo. 

Continuando a minha caça aos livros da lista - lista essa, que pensei ter perdido pelo menos umas vinte vezes durante o evento -, fui no estande da Novo Conceito, que tem uns títulos muito bons de romance. O estande estava cheio, mas fui bem atendida no caixa, e levei Simplesmente acontece (Cecelia Ahern) e A playlist de Hayden (Michelle Falkoff). Ainda ganhei uns bottons de brinde! 

Depois, fui no estande da Arqueiro. Queria três livros dessa editora, mas acabei levando somente dois porque estavam em conta e o outro não. Fui super bem atendida na Arqueiro também! Levei dois romances policiais do John Verdon: Peter Pan tem que morrer e Feche bem os olhos


Ontem rolou um bate-papo e sessão de autógrafos com o escritor Eduardo Spohr. Cheguei meia-hora antes da distribuição de senhas para o bate-papo e já tinha fila. Resumindo, consegui minha senha para o bate-papo e pulseira que dava prioridade para a sessão de autógrafos. Como ainda tinha tempo até o bate-papo, dei mais uma volta na Bienal e encarei a fila para entrar no estande do Grupo Editorial Record. Uma palavra: lotado! Sem sombra de duvidas, foi o estande mais cheio que entrei. Mal dava para andar direito lá, mas os preços estavam ótimos e a fila era bem rápida. 

O bate-papo com o Spohr, que pertence ao Grupo Editorial Record, foi bem bacana. O auditório Madureira, onde ocorreu o bate-papo, ficou cheio. O dublador Sérgio Cantú, que deu voz ao Peter Parker (Homem-Aranha) e Sheldon Cooper (The Big Bang Theory), foi convidado a participar e leu o primeiro capítulo do último livro da trilogia Filhos do Éden para o público, que ganhou um livretinho para acompanhar. O livro só será lançado no final de Outubro, então quem estava lá, teve sorte! Depois, abriram para as perguntas, que iam desde detalhes dos livros já publicados por Spohr como perguntas mais pessoais ao estilo "no colégio, você era bom em português?". 


O bate-papo terminou às 15h e a sessão de autógrafos começou mais cedo. Aí veio a confusão. Não sei de quem é a culpa, mas a fila para os autógrafos foi muito mal organizada inicialmente. Primeiramente, pessoas que estavam sem pulseira formaram fila e quem havia acabado de sair do bate-papo - e tinha pulseira - ficou para trás, além de ter tido gente querendo furar fila. Depois, para a minha alegria, a editora organizou tudo e dividiram a fila em quem tinha pulseira e os não tinham. Os que tinham, passaram a frente. Fiquei mais ou menos uma hora na fila para o autógrafo, mas valeu a pena! Eduardo Spohr autografou dois livros que levei e ainda concordou comigo que Rebecca com dois c é mais bonito do que com um c só! Foi tudo bem rápido, um fotógrafo estava lá para agilizar o processo com as fotos, mas para quem ainda tinha mais de cem livros para autografar, Spohr estava super bem! Resultado: sucesso.

Quando estava indo embora, fiquei sabendo que o Affonso Solano estava autografando seus livros no estande da LeYa. Dei uma passada lá, mas quando vi o tamanho da fila, desisti. Eu simplesmente não aguentava mais ver fila nenhuma na minha frente depois de ter ficado tanto tempo em pé e caminhando o dia inteiro. Deixa para uma próxima vez!

Enfim, gostei muito da Bienal e achei melhor do que a do último ano em que fui. Uma pena que a próxima aqui no Rio seja somente em 2017! Estou satisfeita com os livros que trouxe para casa e agora enfrento o dilema de não saber por qual livro começar. É isso! Se você tiver a oportunidade de comparecer a Bienal, não pense duas vezes! Até 2017! 

ps: aguardem pelas resenhas que estão por vir! 

Eis o resultado final da Bienal!

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2 pessoas devoraram

  1. A Bienal desse ano, foi muito boa!
    http://sobreserieselivross.blogspot.com.br/2015/09/bienal-do-livro-2015.html

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  2. O post inteiro serviu para me lembrar de novo como seria bom ir para a Bienal, mas fazer o que né?
    Escolheu otimos livros, boa leitura.
    Beijo
    http://os-jovens-leitores.blogspot.com.br/

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